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18/04/2016

Trilha da Galopeira Belo Horizonte abril de 2016

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Em 09 de abril de 2016, o grupo de Jipeiros BRAÇÕES 4×4, de Belo Horizonte, programou a trilha Galopeira, convidando vários clubes, estando presentes representantes de Leopoldina, Ubá, Santos Dumont, Cruzília, Caxambu, Viçosa, Barroso, Poços de Caldas, Rio de Janeiro e Juiz de Fora, que, como sempre, fez bonito na trilha.

Organizada pelo jipeiro Herman Carraro, a Galopeira é uma trilha pesada, com muitas erosões e alto grau de dificuldade, para jipes muito bem equipados, com pneus apropriados, bloqueios dianteiros e traseiros, e sem poder faltar o guincho.

O companheirismo foi o principal fator. O JCJF e Galpão 4X4 estiveram representados no evento por Tião (JM), Júlio Maria (Julinho), Alfrísio, Claudinho, Patrick, Tiago (Popopó), Luizinho Random, Ramiro e Guto (Preto).

Gilson e Léo de Belo Horizonte abriram a trilha até metade, quando eles foram providenciar peça de reposição para jeep quebrado, passando então a assumir a frente o Tião junto com o Herman em seu Troller super-hiper equipado, logo seguido pelo Tiago com seu Willys envenenado, que capota, mas não freia.

O companheirismo de todos foi fundamental; Tião, Herman e Tiago quando passavam por uma erosão violenta, o que era constante, estudavam o melhor meio, e aguardavam o restante do grupo para orientá-los, evitando acidentes, sem contudo, conseguir evitar as quebras, que acabaram ocorrendo algumas vezes.

A primeira quebra foi de um JPX que quebrou a carcaça da caixa reduzida. Detalhe: foi colocado no Whatsapp e um trilheiro em Belo Horizonte se prontificou a levar a caixa que tinha próximo ao local, utilizando para isso uma gaiola e foi ao encontro da turma, pelo ponto onde iriam descer. Claudinho subiu este trecho, pegou a caixa e retornou onde estava o JPX, para Ramiro, mecânico de todas as horas, instalar a mesma, com ajuda do Claudinho. Parabéns aos três e ao Luizinho e Guto que ficaram junto dando apoio moral.

Como Claudinho retornou, ninguém sabe, devido à quantidade de jipes subindo naquela trilha estreita.

Enquando uns tentavam romper o trecho, outros carregavam pedras para calçar aerosão, de forma que os jipes tivessem ponto de apoio para arrancarem; como alguns Trollers quebraram os vidros, num trecho com muita inclinação, foi necessário arrancar

uma raiz grossa e fazer pequena escavação lateral. Muito trabalho.

Outra quebra foi de um Troller de Cruzília que tinha quebrado vidro lateral traseiro, homocinética, semi-eixo traseiro e bloqueio do diferencial traseiro. Quase tudo. Mas não é que tinha um jipeiro com semi-eixo reserva, e outro tinha miolo do diferencial completo? Pois é, fizeram a troca no local e todos parados aguardando. Foram mais de duas horas.

No último trecho foi informado, que tinha uma erosão simples, Tião e Tiago foram a frente e quando lá chegaram, verificaram que a erosão era muito grande; aguardaram todos se aproximarem para orientar os demais, e naquele momento já estava começando a escurecer.

Após este trecho havia um pátio onde todos se reuniram, e já noite, Herman alertou a todos que a partir dali seria a descida, e o pior trecho da trilha; para andarem juntos, devagar e reduzidos, porque a lateral direita da trilha não tinha proteção, com perigo do jipe escorregar e não ter como parar. Todos conseguiram descer a trilha sem dificuldades e chegaram bem.

Parabéns a todos participantes.

E que venham as próximas!

Anexo: fotos e vídeos.

Alfrisio Lovisi Travassos

JCJF

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